Conheça o grave transtorno que faz a pessoa arrancar e comer seus próprios cabelos

Conheça o grave transtorno que faz a pessoa arrancar e comer seus próprios cabelos

Você já ouviu falar na história da britânica Jasmin Percival? A garota costumava arrancar e mastigar seus cabelos, esse comportamento acabou lhe causou alguns problemas de saúde, e  precisou passar por uma cirurgia na qual retirou aproximadamente 1k de cabelo que estava alojado em seu estomago. Estudiosos explicam que: pessoas que carregam esse tipo de transtorno psicológico sentem um grande desejo de arrancar seus cabelos e pelos do corpo.

Esse comportamento provoca falhas capilares, que acabam prejudicando a autoestima e também a vida social de quem sofre com esse transtorno, muitas vezes as pessoas que fazem isso têm os cabelos mais longos, na intenção de disfarçar as possíveis falhas capilares. Elas arrancam seus próprios cabelos no momento em que precisam enfrentar alguma situação estressante, e se torna algo incontrolável para ela. Essa atitude acaba se tornando uma válvula de escape para os seus problemas.

Conhecido como tricotilomania, o transtorno oferece um grande alivio logo depois que a pessoa arranca seus cabelos, você pode notar que a pessoa que possui esse transtorno costuma mexer excessivamente em seus cabelos, enrolando-os e logo depois os colocando na boca, comendo os fios que foram arrancados.

Características

As pessoas que sofrem com esse tipo de transtorno procurando esconder o seu problema, considerando algo extremamente constrangedor. Estudos ainda não conseguiram descobrir ao certo por que essa condição é desenvolvida por algumas pessoas, mas acreditam que isso pode estar ligado diretamente com alguma anatomia cerebral, que fica exatamente na região que controla as nossas emoções, por isso acabam criando hábitos e controles impulsivos.

A doença pode estar ligada com a depressão e também com a ansiedade, os sintomas podem surgir ainda na adolescência, por isso é muito importante oferecer ajuda logo nos primeiros sintomas.

Ainda não foram desenvolvidos exames específicos capazes de oferecer um diagnostico completo da tricotilomania, mas com algumas perguntas e avaliações psicológicas é possível oferecer um tratamento que geralmente utiliza a terapia cognitivo-comportamental (TCC), conseguindo oferecer a ajuda necessária para que a pessoa se livre de hábitos antigos.

Aprendendo a lidar com o problema

Existem sim, alguns tratamentos que podem oferecem uma grande melhora ao paciente, o uso de remédios que inibem a receptação de serotonina, como alguns antidepressivos que são constantemente indicados por médicos que cuida de pacientes portadores da doença.  Muitos especialistas associam esse tipo de medicamento com antipsicóticos.

É muito importante que o paciente tenha vontade de buscar a solução para esse transtorno, pois conforme o tempo vai passando o problema vai se agravando, trazendo infecções e irritações na pele, além da perda de cabelo excessiva. O paciente que enfrenta essa doença pode se isolar do mundo, evitando o convívio social, por isso o tratamento é muito importante para solucionar esse transtorno destrutivo.

Infelizmente é impossível evitar o surgimento da tricotilomania, mas procurar informações sobre o assunto é um possível alerta, tanto para a família como também para o paciente. Alguns tratamentos faz com que os sintomas sejam amenizados e controlados, diminuindo os momentos de tristeza, ansiedade e crise. Por isso o apoio familiar e essencial para anemizar os sintomas e a cura!

Você já conhecia esse transtorno? Conhece alguém que pode estar sofrendo com ele? Comente!

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